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Esses são alguns papéis e histórias sobre as pessoas, seres e fatos da Dimensão XCIII - 93 - na época do brilho de Capela, durante a repacificação das nações, segundo os Brorentins. Como esses dados chegaram a eles ninguém sabe ou saberá.

terça-feira, fevereiro 24, 2004

Pabator 

Quebro um pouco a seqüência para colocar essa pequena nota que explica um pouco mais sobre os papéis e histórias de XCIII

Um certo camarada, chamado Pabat, certa vez, subiu em uma montanha famosa. Perto do topo havia um ninho com um ovo azul. Não se sabe a que cargas d'água esse ovo ficou conhecido como Ovo da Águia Azul e tornou-se uma relíquia em Pabator, o reino que Pabat fundou depois que desceu do monte.
O reino cresceu e encheu-se de gente e de criaturas de todos os tipo; entretanto, depois da ascensão vem sempre a queda, e, partindo dali pra sempre, o Último-rei deixou com um certo fazendeiro o Ovo.
O fazendeiro partiu também, e deixou sua fazenda e seu filho aos cuidados dum anão. Capodin era seu nome, e ele recebeu também o tal Ovo.
Mas o que parecia ser um Ovo de Águia Azul não era mais que um ovo de galináceo: nasceu dele Ígol Ais.
Ígol pouco cresceu, já se tornou líder no seu canto, o Galinheiro.
Imagine um lugar onde ocorra concentração de todo tipo de gente, uma espelunca freqüentada pela massa e pela elite também. Ígol montou e controlava um equipado bar no salão, e controlava também de lá o Galinheiro inteiro. Ora, o Galinheiro fazia parte da fazenda do anão Capodin, mas pocuos sabiam disso. Nos quinhentos ou seiscentos metros de uma cerca a outra, circundando o grande salão, quem mandava realmente era Ígol. E assim ele cresceu em influência e popularidade.

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